Blog Luis Castro - Transparência em primeiro Lugar!

Carros iriam consumir 1 litro de água a cada 2.000 km rodados : Veja o que aconteceu com Roberto o homem que criou equipamento para automóveis consumir água

Em Vitória no Espírito Santo, Roberto criou equipamento para carros consumirem água e fazer 2 mil km com 1 litro apenas.

Mais desde que apareceu na mídia ninguém ouviu mais falar em Roberto.

“Roberto Sumiu”

O que será que aconteceu?

Vejam o vídeo

Codó Maranhão: Codoenses ganham 15 novos ônibus escolares adiquiridos com recursos próprios da prefeitura

O prefeito compartilhou em suas redes sociais um momento muito importante para educação dos Codoenses.

“Durante a marcha dos prefeitos tive o prazer de oficializar a compra de 15 novos ônibus ore3 com 60 lugares equipado com elevador para cadeirante.
Os 15 veículos custaram aproximadamente R$ 3.200.000,00 comprado com recurso próprio da Prefeitura de Codó .
Atualmente temos somente 12 unidade e iremos dobrar nossa frota própria.”

Prefeito Francisco Nagib

O mesmo ainda em suas palavras disse:

“Conto com todos vocês para juntos construirmos uma nova história na educação.”

Governo propõe queda de 5 centavos no combustível para encerrar greve

Governo propõe queda de 5 centavos no combustível para encerrar greve

Planalto anunciou acordo com o Congresso para zerar a Cide (um tipo de tributo) do óleo diesel. Medida não compensaria nem sequer os reajustes da última semana

Protesto de caminhoneiros na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, na terça-feira (22): grevistas consideraram medida do governo insuficiente e mantêm mobilização. | Antonio Cruz/Agência Brasil/Fotos Públicas

Protesto de caminhoneiros na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, na terça-feira (22): grevistas consideraram medida do governo insuficiente e mantêm mobilização. Antonio Cruz/Agência Brasil/Fotos Públicas

O governo anunciou na terça-feira (22) um acordo com o Congresso para zerar a Cide (um tipo de tributo) do diesel. Mas o impacto da medida será quase imperceptível nos preços na bomba. A alíquota da Cide sobre o combustível é de R$ 50 por metro cúbico, o equivalente a R$ 0,05 (cinco centavos) por litro.

Com a retirada do tributo, o Planalto esperava convencer caminhoneiros autônomos a retomar as atividades e desobstruir rodovias – eles estão em greve desde o início da semana, o que já ameaça o abastecimento e a produção de diversos setores. Os motoristas, no entanto, consideraram a medida insuficiente e mantêm os protestos.

Uma redução de cinco centavos no preço do diesel não compensaria nem sequer os reajustes da última semana. Na quarta-feira passada (16), a Petrobras vendia o combustível em suas refinarias por R$ 2,27 o litro, em média, sem contar impostos. Desde então, o preço médio subiu sete centavos, chegando a R$ 2,34 por litro nesta quarta (23). Em pouco mais de três meses, o aumento acumulado passa de 60 centavos.

LEIA TAMBÉM: 15 estados venderão produtos sem imposto e gasolina até 40% mais barata

Com a nova política da Petrobras, implantada no início de julho de 2017, os valores dos combustíveis na refinaria são alterados quase todos os dias, conforme as variações do preço do petróleo no mercado internacional. E ele subiu bastante de lá para cá. Estava perto de US$ 48 por barril e nos últimos dias passou de US$ 79. O dólar também avançou muito desde então, saindo da casa dos R$ 3,30 para quase R$ 3,70.

O impacto sobre o consumidor é nítido. O preço médio do diesel nos postos do país era de R$ 2,99 por litro em junho de 2017, segundo pesquisas da ANP, agência reguladora do setor. Na semana passada, o valor médio chegou a R$ 3,60 – uma alta de 61 centavos, ou 20%, em menos de um ano.

A gasolina, por sua vez, subiu de R$ 3,55 para R$ 4,28 por litro no mesmo intervalo, o que corresponde a um aumento de 73 centavos, ou 21%. Pelo menos por enquanto, o governo não sinalizou a intenção de reduzir ou zerar a Cide da gasolina, cuja alíquota é de R$ 100 por metro cúbico, ou dez centavos por litro.

Fonte: Gazeta

EMPRESÁRIO JÚNIOR DO ARROZ É ASSASSINADO EM BURITUCUPU-MA

Fonte: Blog do Francisco Vale
No inicio da noite desta Quarta-feira (23), o empresário Isaque Botelho Marques de 39 anos, conhecido na cidade de Buriticupu como Júnior do Arroz, foi assassinado. De acordo com populares Júnior foi executado com um tiro na cabeça, na Rua Jota Nunes, Bairro Terra Bela. A motivação para o crime ainda não foi divulgada, mas as características são de crime por encomenda (pistolagem). Júnior deixa a viúva e um casal de filhos.
O empresário era bem sucedido no ramo alimentício, dono da marca de arroz, “Arroz Terra Bela”, contava com vários caminhões que faziam o transporte do seu produto, também proprietário de uma beneficiadora do grão.

Vergonha: Veja os vereadores que votaram contra a extinção do lixão em Codó

Quatro vereadores em Codó no Maranhão, mostraram que não estão ocupando uma cadeira no legislativo pelo povo e sim pelo poder.

O Blog está a disposição dos vereadores Expeddito Carneiro, Rodrigo Figueiredo, Pedro Santos e Nonato Sampaio.

Para os mesmos explicarem o porque foram contra aquele povo que mora próximo ao lixão de terem uma vida melhor e mais saudável.

Na opinião de vários codoenses os vereadores não importaram – se com quem mora próximo ao lixão e tem grandes riscos de contraírem doenças.

Senhores vereadores porque?

Crueldade: Criança recém nascida é encontrada em caixa de papelão no DF

Por Ayrton Patrick (DF)

“Chego na parada de ônibus as 6hrs da manhã e me deparo com um recém nascido em uma caixa de papelão , no frio , na chuva. Eu costumava ver notícias na televisão de casos assim, nunca imaginei eu achando uma criança, fica aqui minha indignação, essa criança foi achada , em uma parada do Riacho Fundo 1, totalmente abandonada , peço que compartilhem essa publicação até chegar na “mãe” dessa criança , Força pequeno!!!!:”

Quem são os pobres no Brasil. E por que eles são fundamentais na eleição

 

Um governo pode ser cobrado pela extensão da pobreza – uma fotografia que pode ser usada para avaliar o fracasso (ou sucesso) das políticas públicas e, de quebra, da sociedade. Um país constantemente em desenvolvimento, como o Brasil, tem como meta permanente erradicar a pobreza. Mas a nossa dificuldade já começa em estimar quantos pobres existem no país: não há uma linha oficial de medida da pobreza e ela pode ser mensurada ao gosto do freguês.

O fato é que pobre também vota, e os programas sociais são os mais suscetíveis a mudanças de governo ou à discussão sobre a manutenção dessas políticas. Mas a discussão sobre assistência social e transferência de renda é fundamental para o debate eleitoral.

LEIA MAIS:Quantos pobres existem no Brasil?

Ao menos um quarto dos brasileiros vive com menos de R$ 387 por mês: são pobres, de acordo com o critério adotado pelo Banco Mundial, que inclui quem ganha menos do que US$ 5,50 por dia. Essa informação faz parte da Síntese de Indicadores Sociais (SIS 2017), do IBGE, que analisa os dados da PNAD Contínua.

Mas essa não é a linha usada como referência para os principais programas de assistência social e transferência de renda, como o Bolsa Família, que atende famílias extremamente pobres (renda per capita mensal de até R$ 85) e pobres (renda per capita mensal entre R$ 85,01 e R$ 170). Atualmente, estão cadastradas no programa 13.772.904 famílias, cujo benefício mensal médio é de R$ 177,71.

Pobreza eleitoral

A ligação de pobreza com as eleições é complexa. Políticos se dividem no debate sobre ampliar ou acabar com programas sociais. Por um lado, há uma unanimidade no discurso da erradicação da pobreza, mas uma divergência em relação aos meios para se chegar a esse objetivo. Por outro, há um certo desdém em relação a temas sociais, que ficam relegados a um segundo plano enquanto outros assuntos são mais debatidos, como a segurança pública e educação. Em outra ponta, há um desconhecimento sobre o comportamento do eleitor mais pobre.

O Bolsa Família é geralmente o programa mais questionado. Mas o programa traz resultados, a um baixo custo. Quem afirma isso é o Banco Mundial. Em relatório publicado no final de 2017, a instituição considerou o sistema de proteção social brasileiro falho e mal articulado. Apenas o Bolsa Família foi considerado bem direcionado e eficaz em termos de custo.

“O Bolsa Família constitui a única rede de proteção significativa para os pobres não idosos, principalmente as famílias com crianças”, afirma o documento. Em 2017, o governo investiu R$ 29.046.112.934,00 no programa, que beneficiou 13.828.609 famílias – isso significa que cada família recebeu um benefício médio mensal de R$ 175.

VEJA MAIS: Raio-X da Miséria no Brasil

Esse gasto de R$ 29 bilhões significa 0,44% do PIB do ano passado. Para o Banco Mundial, esse custo é relativamente baixo, considerando a quantidade de pessoas atingidas – quase 40 milhões. Outra comparação do custo do programa pode ser feita com uma parcela mais rica da população: um mês de salário dos servidores da União banca um ano de Bolsa Família.

“Existe muita desinformação sobre o Bolsa Família. Ele custa pouco e acabar com ele não resolveria nada do ponto de vista fiscal”, argumenta Marcelo Neri, diretor do Centro de Políticas Sociais da Fundação Getulio Vargas (FGV Social). Ele lembra que, sem o programa de transferência de renda, a pobreza subiria 36%, de acordo com estimativas. “O Bolsa Família deveria ser visto como um aliado de quem quer resolver a questão fiscal”, afirma.

Pobreza oportunista

Ano eleitoral é bom para os pobres, observa Neri. O economista, uma das maiores autoridades no assunto no Brasil, explica que os indicadores apontam que não é só a pobreza que cai em ano de eleições. “O calendário eleitoral influencia a pobreza via políticas públicas”, argumenta.

O Bolsa Família foi reajustado em 5,67% esse ano, valor acima da inflação. Não é uma coincidência: é um reflexo de uma atitude que se repete constantemente no Brasil. “Eleição gera mudança na renda dos brasileiros, principalmente da renda de políticas sociais e pessoas em idade de voto. Além disso, eleição é quando o pobre se manifesta, porque fica em pé de igualdade com pessoas de renda mais alta. Tem um lado positivo nisso e existe um oportunismo político. Mas quando o pobre ganha, muita gente fala ‘não, não pode’”, pontua.

Fonte: Gazeta do Povo