Blog Luis Castro - Transparência em primeiro Lugar!

Video: Deputado Federal no Pará agride eleitor com um soco após ser questionado por uma possível tatuagem do presidente da República em seu Bumbum.

O ato covarde e criminoso aconteceu no município de Jacundá, onde o deputado federal Wladimir Costa (Solidariedade PA) estava discursando, descalço, de bermuda, camiseta e com bafo de cerveja, em um evento da prefeitura, realizado em praça pública, quando um professor rede estadual e municipal de educação se manifestou e o parlamentar aproximou-se, dando-lhe o microfone. Ao pedir que o deputado explicasse a tatuagem de Temer, que supostamente Wladimir Costa teria na bunda, o cidadão levou um forte tapa no rosto e foi contido e espancado por seguranças do deputado, bem ao lado do delegado de polícia da cidade, que estava conversando com o professor, que foi chamado de vagabundo pelo deputado.

O vídeo está viralizando nas redes sociais e completa a saga de escândalos e polêmicas do deputado que se auto-proclama “federal do povão”.

A vítima se chama Therezo de Souza Neto, tem 49 anos, é pai de família e tem uma filha. Como professor de Sociologia, leciona a disciplina Estudo Amazônicos e estava com outros professores na praça, quando sentiu-se indignado por ouvir o parlamentar – que votou contra as investigações das denúncias de corrupção em que Michel Temer está envolvido – dizer que uma academia ao ar livre iria trazer uma vida nova às crianças de Jacundá.

O delegado Sérgio Máximo, que presenciou todo o fato, ao lado da vítima, nada fez para conter a agressão e recusou-se a testemunhar em favor do agredido, dizendo que estava ali como cidadão e não como delegado da cidade.

Veja o vídeo:

Fonte: Sensasionalista Pará

Prefeito de Codó acorda cedo para acompanhar asfaltamento em ruas da cidade

O prefeito de Codó sempre acompanha obras, reformas, limpezas etc.

Hoje as 6:00 hs da manhã a equipe que está asfaltado ruas codoenses estava já na operação tapa buracos na rua Rio Grande do Norte.

O prefeito de Codó mostra seu compromisso com todos quando disse que após as fortes chuvas iria resolver todos os problemas dos buracos da cidade.

O prefeito está no batente cedo acompanhando como está o trabalho de asfaltamento das ruas na cidade.

Onde quem passa aproveita para agradecer ao prefeito pelo compromisso sério que o mesmo tem com nossa cidade.

Familia no Bairro Santo Antônio espera a ajuda prometida pelo vereador Pastor Max que até agora não cumpriu

Uma família que mora no Bairro Santo Antônio está passando por muitas dificuldades de alimentos. A casa da mesma ainda foi tomada pela água.

A família procurou o Blog do Luis Castro para “cobrar” a ajuda que o vereador Pastor Max prometeu e até agora não apareceu para cumprir.

“O vereador Pastor Max nos prometeu um botijão de gás, pois não tenho condições de comprar um já que estou acidentado e sem condições de trabalhar, só que o vereador na frente dos outros prometeu e até agora não cumpriu, poderia não ter prometido já que eu minha esposa e filhos ficamos alegres com a suposta ajuda que até agora nada”

Palavras do pai de família.

O mesmo falou está desesperado pois confiou na palavra do vereador e até o momento não chegou a ajuda prometida.

Espero que se o vereador ver essa matéria pode entrar em contato com o Blog que informaremos de qual família se trata. Estamos a disposição para uma resposta do vereador.

Mais Asfalto – Preitura de Codó inicia operação após convênio assinado pelo Municipio e Estado

Prefeitura de Codó começa nova etapa do Programa Mais Asfalto

Tão logo o governador Flávio Dino e o prefeito Nagib assinaram o convênio para a nova etapa do programa Mais Asfalto em Codó, homens e máquinas já tomaram as ruas da cidade em uma verdadeira força tarefa para recuperação das vias públicas. Na ocasião do aniversário de 122 anos de Codó, o governador Flávio Dino, atendendo pedido do prefeito, anunciou mais 10 km nesta nova etapa do programa Mais Asfalto.

Dentre as primeiras ruas que estão recebendo nova pavimentação asfaltica estão a Rua Acrízio Silva, Rua Senador Archer, Pedro Serra, Pernambuco, Paraguai, Rua 31 de Março, Rua Piauí e a Avenida Marechal Castelo Branco.

Imagens e texto: Francisco Nagib

Ruas de Codó receberá operação tapa buraco após o inverno diz Nagib

Como todos podem ver, as ruas da cidade estão tomadas por buracos em consequência de grandes chuvas.

População questiona muito sobre a “buraqueira” que tem em nossa cidade.

O Prefeito da Cidade Francisco Nagib também questionou sobre o problema em nossas ruas. Nagib sempre fala em redes sociais que as ruas de Codó foram bastante afetadas pelas fortes chuvas.

O mesmo garantiu que os codoenses podem ficar tranquilos que após as chuvas diminuírem a operação tapa buracos vem com tudo para restaurar nossas ruas e o cidadão poder usufruir do direito de ir e vir aqui em Codó .

Supremo recebe denúncia contra senador Aécio Neves por corrupção passiva

A 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal recebeu denúncia contra o senador Aécio Neves (PSDB-MG) nesta terça-feira (17/4). Ele agora é réu por corrupção passiva e obstrução de investigações sobre organização criminosa. Por quatro votos a um, o colegiado viu indícios de crimes na narração apresentada pela Procuradoria-Geral da República em inquérito instaurado em maio de 2017, com base na delação da JBS.

No caso desta terça, além de Aécio, a irmã dele, Andrea Neves, Mendherson Souza Lima e Frederico Pacheco de Medeiros também se tornam réus. O colegiado foi unânime quanto à aceitação da denúncia de corrupção passiva. Na questão da obstrução de investigações, no entanto, o ministro Alexandre de Moraes, presidente da turma, ficou vencido. Para ele, a peça acusatória contém apenas intenções de embaraçamento de justiça, faltando indícios mais fortes de atos executórios.

A discussão nesta terça ficou em torno da legalidade das provas, conseguidas por meio da delação premiada de Joesley Batista, dono da JBS, hoje cancelada. Os advogados dos agora réus defenderam que a gravação da conversa de Aécio com Joesley não pode ser admitida como prova porque o empresário agiu sob orientação de Marcelo Miller, na época procurador da República, mas que deixou o Ministério Público Federal para advogar para a JBS.

O pedido da defesa era para que se aplicasse ao caso a teoria da árvore dos frutos envenenados — se a árvore, a prova, é podre, seus frutos, as acusações, também são. De acordo com o advogado de Aécio, Alberto Toron, disse que a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, já reconheceu que Marcelo Miller agiu em nome dos interesses da J&F, e não da persecução penal. Para Toron, houve “verdadeira ação controlada sem autorização” para que o senador fosse gravado.

Marcelo Leonardo, que defende Andrea Neves, reforçou o argumento. Afirmou que a denúncia se baseia apenas na delação de “uma pessoa que a este momento está absolutamente desmoralizada”.

Sem nulidade

Mas o relator, ministro Marco Aurélio, negou o pedido. Para ele, o fato de ter havido orientação para o flagrante pode anular a delação, mas não as provas que resultaram dela, conforme estabelece a Lei das Organizações Criminosas.

“Diferencio flagrante preparado de flagrante esperado”, completou o ministro Luiz Fux, ao acompanhar o relator. Rosa Weber também não viu como a atuação de Miller invalidaria as provas. “A participação do então procurador nas tratativas direcionadas para a colaboração premiada não produz o efeito pretendido pela defesa: não implica nulidade. Terá outros efeitos, mas não contamina elementos probatórios trazidos”, argumentou.

O suprocurador-geral da República Carlos Alberto Vilhena Coelho, que falou em nome do MPF na sessão, disse que as provas não poderiam ser rejeitadas porque Miller não poderia ser considerado um membro do MPF. “Ao prestar apoio aos colaboradores, o ex-procurador não agiu em nome e interesse do MPF, foi sempre e nitidamente ordenado por interesses particulares: o de prestar serviços advocatícios do grupo por volumosos honorários”, disse. Apesar disso, continuou, não se pode dizer que não houve “voluntariedade” em assinar o acordo de delação, afirmou o procurador, para assinalar um dos requisitos da lei.

O ministro Luís Roberto Barroso votou logo depois do relator e concordou com ele. Segundo Barroso, há indícios mais fortes quanto à denúncia de corrupção passiva, como a forma do recebimento do dinheiro. “No mundo dos atos lícitos, o empréstimo desse valor é materializado o contrato mútuo, em que são estabelecidos os critérios. Aqui, não existiu contrato. Nos dias de hoje, ninguém sai por aí transportando pela estrada mochilas e malas de dinheiro a menos que haja alguma coisa de errada”, disse o ministro.

Preliminares

O advogado de Mendherson Souza Lima, Antônio Veloso, insistiu pelo desmembramento da ação, que resultaria no envio dos processos dos três réus que não têm prerrogativa de foro à primeira instância. “Quando da edição da ementa na decisão do agravo regimental, se dizia em investigações. Hoje já é ação penal ou não. É outro momento”, argumentou, que disse ainda que Mendherson sequer foi lembrado na sustentação oral do MPF ou na réplica da PGR, demonstrando que não tem ele relação com os fatos a serem julgados pelo Supremo.

Nesse caso, o relator ficou vencido. Marco Aurélio invocou o princípio do juiz natural. Para ele, o caso deveria ser remetido ao Tribunal Regional Federal da 3ª Região. Barroso, Fux, Rosa Weber e Alexandre de Moraes votaram por manter o processo no STF. De acordo com eles, as condutas de que tratam a denúncia só produziram o resultado acusado pela conexão dos atores, sendo inviável separar o caso.

Outra alegação das defesas relativa à distribuição dos pedidos de medidas cautelares distribuídas ao relator dos processos da “lava jato”, Edson Fachin. O advogado Marcelo Leonardo, defensor de Andrea Neves afirmou que a distribuição foi dirigida, em desfavor dos acusados. “Houve distribuição dirigida, que não passou pelo sistema do Supremo”, reclamou.

“As alegações de violação do juiz natural não merecem prosperar. A distribuição das cautelares deu-se por motivo de prevenção pela então considerada conexão dos fatos referentes à investigação ao chamado núcleo político da investigação da lava jato. O MPF dirigiu as petições diretamente ao gabinete do ministro Edson Fachin em abril de 2017, sem submetê-las ao protocolo, em razão da necessidade de sigilo máximo, ante a representatividade dos envolvidos e possibilidade de obstrução”, observou Marco Aurélio, que foi acompanhado pelos demais

Fonte: G1