Blog Luis Castro - Transparência em primeiro Lugar!

Vergonha: Veja os vereadores que votaram contra a extinção do lixão em Codó

Quatro vereadores em Codó no Maranhão, mostraram que não estão ocupando uma cadeira no legislativo pelo povo e sim pelo poder.

O Blog está a disposição dos vereadores Expeddito Carneiro, Rodrigo Figueiredo, Pedro Santos e Nonato Sampaio.

Para os mesmos explicarem o porque foram contra aquele povo que mora próximo ao lixão de terem uma vida melhor e mais saudável.

Na opinião de vários codoenses os vereadores não importaram – se com quem mora próximo ao lixão e tem grandes riscos de contraírem doenças.

Senhores vereadores porque?

Crueldade: Criança recém nascida é encontrada em caixa de papelão no DF

Por Ayrton Patrick (DF)

“Chego na parada de ônibus as 6hrs da manhã e me deparo com um recém nascido em uma caixa de papelão , no frio , na chuva. Eu costumava ver notícias na televisão de casos assim, nunca imaginei eu achando uma criança, fica aqui minha indignação, essa criança foi achada , em uma parada do Riacho Fundo 1, totalmente abandonada , peço que compartilhem essa publicação até chegar na “mãe” dessa criança , Força pequeno!!!!:”

Quem são os pobres no Brasil. E por que eles são fundamentais na eleição

 

Um governo pode ser cobrado pela extensão da pobreza – uma fotografia que pode ser usada para avaliar o fracasso (ou sucesso) das políticas públicas e, de quebra, da sociedade. Um país constantemente em desenvolvimento, como o Brasil, tem como meta permanente erradicar a pobreza. Mas a nossa dificuldade já começa em estimar quantos pobres existem no país: não há uma linha oficial de medida da pobreza e ela pode ser mensurada ao gosto do freguês.

O fato é que pobre também vota, e os programas sociais são os mais suscetíveis a mudanças de governo ou à discussão sobre a manutenção dessas políticas. Mas a discussão sobre assistência social e transferência de renda é fundamental para o debate eleitoral.

LEIA MAIS:Quantos pobres existem no Brasil?

Ao menos um quarto dos brasileiros vive com menos de R$ 387 por mês: são pobres, de acordo com o critério adotado pelo Banco Mundial, que inclui quem ganha menos do que US$ 5,50 por dia. Essa informação faz parte da Síntese de Indicadores Sociais (SIS 2017), do IBGE, que analisa os dados da PNAD Contínua.

Mas essa não é a linha usada como referência para os principais programas de assistência social e transferência de renda, como o Bolsa Família, que atende famílias extremamente pobres (renda per capita mensal de até R$ 85) e pobres (renda per capita mensal entre R$ 85,01 e R$ 170). Atualmente, estão cadastradas no programa 13.772.904 famílias, cujo benefício mensal médio é de R$ 177,71.

Pobreza eleitoral

A ligação de pobreza com as eleições é complexa. Políticos se dividem no debate sobre ampliar ou acabar com programas sociais. Por um lado, há uma unanimidade no discurso da erradicação da pobreza, mas uma divergência em relação aos meios para se chegar a esse objetivo. Por outro, há um certo desdém em relação a temas sociais, que ficam relegados a um segundo plano enquanto outros assuntos são mais debatidos, como a segurança pública e educação. Em outra ponta, há um desconhecimento sobre o comportamento do eleitor mais pobre.

O Bolsa Família é geralmente o programa mais questionado. Mas o programa traz resultados, a um baixo custo. Quem afirma isso é o Banco Mundial. Em relatório publicado no final de 2017, a instituição considerou o sistema de proteção social brasileiro falho e mal articulado. Apenas o Bolsa Família foi considerado bem direcionado e eficaz em termos de custo.

“O Bolsa Família constitui a única rede de proteção significativa para os pobres não idosos, principalmente as famílias com crianças”, afirma o documento. Em 2017, o governo investiu R$ 29.046.112.934,00 no programa, que beneficiou 13.828.609 famílias – isso significa que cada família recebeu um benefício médio mensal de R$ 175.

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Esse gasto de R$ 29 bilhões significa 0,44% do PIB do ano passado. Para o Banco Mundial, esse custo é relativamente baixo, considerando a quantidade de pessoas atingidas – quase 40 milhões. Outra comparação do custo do programa pode ser feita com uma parcela mais rica da população: um mês de salário dos servidores da União banca um ano de Bolsa Família.

“Existe muita desinformação sobre o Bolsa Família. Ele custa pouco e acabar com ele não resolveria nada do ponto de vista fiscal”, argumenta Marcelo Neri, diretor do Centro de Políticas Sociais da Fundação Getulio Vargas (FGV Social). Ele lembra que, sem o programa de transferência de renda, a pobreza subiria 36%, de acordo com estimativas. “O Bolsa Família deveria ser visto como um aliado de quem quer resolver a questão fiscal”, afirma.

Pobreza oportunista

Ano eleitoral é bom para os pobres, observa Neri. O economista, uma das maiores autoridades no assunto no Brasil, explica que os indicadores apontam que não é só a pobreza que cai em ano de eleições. “O calendário eleitoral influencia a pobreza via políticas públicas”, argumenta.

O Bolsa Família foi reajustado em 5,67% esse ano, valor acima da inflação. Não é uma coincidência: é um reflexo de uma atitude que se repete constantemente no Brasil. “Eleição gera mudança na renda dos brasileiros, principalmente da renda de políticas sociais e pessoas em idade de voto. Além disso, eleição é quando o pobre se manifesta, porque fica em pé de igualdade com pessoas de renda mais alta. Tem um lado positivo nisso e existe um oportunismo político. Mas quando o pobre ganha, muita gente fala ‘não, não pode’”, pontua.

Fonte: Gazeta do Povo

Rede varejista da China chega ao Maranhão para competir com Mateus

AQUILES EMIR

Em entrevista concedida ao Jornal Pequeno deste domingo (03), o empresário Ilson Mateus, proprietário da maior rede de atacado e varejo do estado (sendo uma das maiores do país), ao justificar os investimentos que vem fazendo para ampliar e melhorar os serviços de sua empresa, anunciou a chegada em breve a São Luís de uma das maiores redes mundiais do setor, a chinesa Alibaba.

Trata-se de uma empresa de vendas online, mas que está investindo em vendas presenciais e focou o mercado maranhense para sua expansão pelo Brasil. Mateus admite que este poderá ser seu maior competidor. “Daqui uns dias vou competir com a Alibaba, maior rede do varejo na China. Ela que desmantelar a separação entre comércio online e comércio físico. Vai vender de lá, competindo comigo aqui”.

Além da multinacional, Ilson Mateus antecipa que vai enfrentar forte concorrência de outras marcas internacionais, algumas delas já presentes no Brasil, como a Carrefour. “Tudo aquilo que está no eixo Rio-São Paulo virá para cá”, disse o empresário, sem demonstrar muita preocupação: “Quando chegarem aqui, eles verão que tem uma empresa regional que vai brigar com eles de igual para igual”, garante.

Quanto aos competidores locais, Mateus diz que não quer matá-los, mas ajudá-los e sobre o investimento que está fazendo para montar o mais moderno Centro de Distribuição do Norte e Nordeste, diz que isto eliminará uma despesa superior a R$ 800 mil/mês com transporte de mercadorias, da região tocantina para a capital, nas vendas por atacado. “O varejo eu abasteço daqui, mas o atacado eu abasteço de Imperatriz, pois não tenho uma estrutura suficiente”.

O empresário confirma que sua meta para 2018 é um faturamento acima de R$ 8 bilhões, projeta criar nos próximos anos mais de 2 mil novos empregos diretos e diz que está investindo R$ 700 mil na Universidade Mateus pela qual forma gerentes e diretores do seu grupo.

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Alibaba – O Grupo Alibaba é sediado em Hangzhou, na China. Seu negócios é baseado em e-commerce na internet, incluindo sites online de business-to-business, serviços de varejo e pagamento online, um motor de busca para compras e serviços de computação na nuvem centrados em dados.

Este ano, Alibaba foi eleita a terceira maior marca chinesa em presença global, segundo o ranking BrandZ, atrás apenas da Lenovo (1º lugar) e Huawei (2º).

Seu portal consumer-to-consumer Taobao, semelhante ao eBay, apresenta cerca de um bilhão de produtos e é um dos 20 sites mais visitados no mundo, representando mais de 70% da parcela de entregas na China.

Fonte: HOJE